Microcontos

20/09/2012 01:05
A única coisa que conseguiria (cor)romper aquele amor verdadeiro era a hipocrisia,disfarçada de espelho.
12/09/2012 03:52
Eram verdadeiros espiritualistas independentes, praticavam a religiosidade utilitarista a si mesmo.
12/09/2012 03:51
Não gostas de mim, só não entendo porque tanto me cu pia.
12/09/2012 03:50
Era tão inteligente, acima do bem e do mal, que atravessou a rua, não olhou para os lados, atropelou um carro e morreu. Sim, atropelou e morreu.
12/09/2012 03:44
Era tão libertário que (in) conscientemente não se conformava de ter perdido 'sua' mulher para outra mulher. Começou a competir... sozinho.
12/09/2012 03:42
O orgulho e o desejo disputavam o anseio daquela pobre alma, acirrou-se uma luta e desencadeou sua morte. 'Morreu' de orgulho.
12/09/2012 03:41
Antes da transa ,a amante resolve tomar um chá na cozinha com os criados da casa e morre envenenada.A mãe passa e sorri.  
12/09/2012 03:41
Eram tão ateus, tão ateus que nos meses de dezembro de cada ano faziam oferenda a yemanjá. Odoiá sorria sarcasticamente...
12/09/2012 03:39
O cara era tão intelectual, tão estudioso da educação e cultura popular que só ficava satisfeito quando recebia elogios e manifestava sua solidariedade ao próximo como a si mesmo, olhava-se no espelho e dizia: 'eu te amo'.
12/09/2012 03:38
Tão revolucionário, tão revolucionário que na hora do confronto, atravessou a rua, acendeu um cigarro e assistiu a revolução de camarote.
<< 4 | 5 | 6 | 7 | 8 >>