Microcontos

12/01/2013 13:01
   Corria velozmente mata adentro guiada por uma águia que voava sobre sua cabeça, escoltada por uma cobra gigante que lhe dava passagem e uma onça negra que lhe acompanhava lado a lado, ofegante chegou até o lago, pegou fôlego, partiu novamente, perigo imanente, incendiou-se como...
08/11/2012 23:01
_ Por que você critica tanto a hipocrisia, parece uma obsessão, filha? _Professora, a sra. vive em que mundo?  _Ah, sou de outro “planeta”, sou do mundo original... _Então, com todo respeito, admitamos que as farsas no mundo de cá existam, afinal tudo não passa de uma ilusão e “maquiar” só tem...
07/11/2012 02:01
_Você vive fora dos meus padrões, Sida! _ E o que é o padrão, meu senhor? Juro que sou hetero, religiosa, vivo para minha família, [in] fiel só quando “sinto muito” no coração e pra ser honesta só um pouquinho infeliz... _Ah, bem, então és saudável e viverá assim para sempre sem dar um pio! _...
30/10/2012 13:15
Um amor tão profundo e recíproco que o único impedimento é a ilusória realidade. Os céus movimentam-se pela sua proteção, os amargurados “desconfiados” recalcam-se e os dois irresistivelmente se amarão até o apagar da chama, [in] tocáveis, clamam pelo fim da dor, quiçá do amor...
29/09/2012 22:42
Foi ao banheiro, levou o cartão de crédito do pai, fez duas fileiras e disparou dois tiros pelas suas costas.
28/09/2012 08:51
Era época de chuva nos olhos de Júlia, a tempestade não cessava e tudo era “sul real”, até aquele amor "subentendido-correspondido", mas intocável como as telas de Picasso, doía, apesar da sintonia... desejava ir pra bem longe de toda essa ventania.Foi quando sua mãe a colocou no colo, conduzida...
27/09/2012 11:30
Robson de Pinheiro era um médico de renome da cidade, conhecido por salvar centenas de vidas em seu ofício. Tornou-se esotérico, discursava sobre ‘reforma interna, cura e libertação’, todavia, por mais que queria, não conseguia se curar e nem se libertar daquele amor enrustido, gozava escondido...
27/09/2012 11:29
 Paulo e Maria Rita formaram uma família de porta-retrato, felizes por fora, mortos por dentro, encarcerados em seus castelos de vidro, não havia algoz nem vítima, apenas duas almas sem vida íntima.  
20/09/2012 01:05
A única coisa que conseguiria (cor)romper aquele amor verdadeiro era a hipocrisia,disfarçada de espelho.
12/09/2012 03:52
Eram verdadeiros espiritualistas independentes, praticavam a religiosidade utilitarista a si mesmo.
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